martes, 24 de junio de 2014

CHRIS HERRMANN [12.030]


Chris Herrmann 

(Río de Janeiro, Brasil, 1963). Christina Herrmann estudio Artes en la Universidad Federal de Río de Janeiro, Marketing y Publicidad en la Escuela Superior de Propaganda y Marketing de Río de Janeiro, Administración Básica de la Fundación Getúlio Vargas, música y piano en el Conservatorio Brasileño de Música de Río de Janeiro. Además de estudios de webdesign y de idiomas como alemán, inglés, italiano, castellano y esperanto. Ha participado en antologias en Brasil, España y los Estados Unidos. Entre ellos, 5 libros en colaboración con Ademir Bacca, fundador y director del Congreso Brasileño de Poesía, en la ciudad de Bento Gonçalves, en el Estado Rio Grande do Sul, Brasil, los años 2006 y 2007. Ha publicado el libro: Voos de Borboleta (Vuelos de Mariposa), una colección con 178 haikus en portugués, Italiano y esperanto, publicado por la editora Protexto en Brasil, el que será presentado este año en Alemania. Su obra ha sido traducida parcialmente al alemán, castellano, italiano, inglés y esperanto. La presente selección y traducción de Leo Lobos de haikus de Chris Herrmann, ha sido preparada especialmente a solicitud del multi-artista brasileño Jiddu Saldanha, para la preparación de un proyecto audiovisual bajo su dirección y producción ejecutiva. El libro de Chris Herrmann se puede adquirir a través de esta dirección de la editorial Protexto: http://www.protexto.com.br




Haikus

Por Chris Herrmann

Traducción al castellano por Leo Lobos


Abrazando las aguas,
el volcán se distrae con el cielo
apunta la acuarela.



Silencio en el árbol
la alegoría de los colores
emplumando el paisaje.



Barquito revela
sus deseos más profundos
en las olas del mar.



Un cocotero cae.
Cae sonriendo al duro suelo
es haiku maduro.



La araña teje
su red de sueños
luego duerme.



Una garza blanca
vino al sueño del niño
balanceando el cielo.



La luz de tu fuego
anochece al demonio,
amanece a dios.



La semilla cae.
Olvidándose del dolor
vuelve a disfrutar.



Y recae una gota
de sol en su corazón:
haiku de verano.



La nostalgia corta
la luna llena en dos
: mitades vacías.


Chris Herrmann (Christina Magalhães Herrmann) nasceu no Rio de Janeiro, estudou Literatura na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Música e Piano no Conservatório Brasileiro de Música (CBM). Desde muito jovem começou a escrever poemas e compor músicas, como Em Busca do Paraíso (para Piano), Voo Celeste e Viking III (as duas últimas em parceria com Roberto Oliveira Costa), entre outras. Em parceria com Byafra e Paulo Ciranda teve vários poemas musicados como Diga-me, O Homem que não Chora, Teu Beijo e Do Jeito que Você me Olha. Em livro publicou Voos de Borboleta - Coletânea de Haicais, prefaciado por Leila Míccolis - Editora Protexto – 2009. Participou de antologias e coletâneas como Poetas pela Paz e Justiça Social - Antologia Poética - Editora Alcance – 2007, Poetas do Café Volumes 1, 2 e Haicais, Poetas do Café Vol.3, Pássaros-Poetas e Trovadores - 3 obras em 1, Antologia Poética - Espanha, 2007, Poesia do Brasil - Vols. 5 e 7,antologia oficial do XV Congresso Brasileiro de Poesia, Saciedade dos Poetas Vivos Digital - Vol. 1 e 4 - Blocos Online.

Vivendo com sua família na Alemanha desde 1996, ela também trabalhou como web designer e tradutora do Inglês e Alemão para o Português.. Em Novembro de 2007 foi nomeada Consulesa do Movimento Poetas del Mundo em Dusseldorf, Alemanha.  Desde 2009 dedica-se ao trabalho social na Alemanha junto a idosos e deficientes físicos utilizando a música. Em 30 de novembro de 2012 a Sra. Herrmann formou-se na pós-graduação ´Musikgeragogik´ (pedagogia musical no trabalho social com idosos) pela Universidade de Münster, Alemanha. Home Page: www.christinaherrmann.com






Sopro da vida
traz uma folha caída
: verde-amarela.



Feminina entoa
corpo que se abre em flor
- borboleta voa



Lua minguante
esconde-se em suas sombras
: sol, lua de mel



Pousa devagar.
Embalando a brisa
a passarada.



Rouba a cena:
Flor beija borboleta
- sonha divagar



A aranha tece
a sua rede de sonhos
: depois adormece



A tardinha cai.
Juntando-se a ela
o sonho se esvai.



Os olhos do gato -
Hipnotizam a paisagem
até desbotá-la.

Haikais de Voos de Borboleta (Editora Protexto)





Até me perdi
naquele papo cabeça.
Até me encontrei.



Alma passarada
Vejo e ouço você
em tom arco-íris




Um haikai guilhermino...

Seus lábios me contam
silêncios e mais compêndios.
Sorrisos apontam.



Dusseldorf

O espelho diz-me sorridente
Da poesia doce e veemente
Que tu trazes no peito
Refletindo-o direito
Tua face contente
Sob o céu quente
Saudade mente
Dor mente
Do seu
Dorf
Dor
D+
+



Espelho de mulher

Atravessa
o outro lado
sem príncipe,
nem consorte.
Apreende
a vida,
luta, briga,
e a devolve
sem suporte.
É nascente
refletida
de dores,
amores
e glórias.
Amadurecida,
pura-mente
sorridente,
que com
ou sem sorte,
aprendeu
por si só ser
mais forte.



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